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Dicas de uma mestranda brasileira no Uruguai


Por Adriana Bitencourt Bertollo em 16/05/2019 | Comentários: 0

Tags: estratégia profissional;

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Considerando que esse é meu artigo de estreia no Instituto Brasileiro de Direito, o IBIJUS, gostaria de inaugurar essa troca de experiências com um assunto que pode ser do interesse de muitos profissionais: a pós-graduação stricto sensu.  O aprimoramento profissional e acadêmico deve ser constante, ainda mais no mundo jurídico, no qual nos deparamos com uma verdadeira “inflação legislativa”, interpretações dos diversos Tribunais, posicionamentos doutrinários e de direito comparado, a exigir constante aperfeiçoamento.

O ensino virtual atualmente é a ferramenta mais fantástica para que os profissionais do Direito consigam acompanhar a velocidade de tanta informação, de uma forma além fronteiras. Entretanto, a ideia aqui é compartilhar a experiência de cruzar (presencialmente) a fronteira para realizar uma pós-graduação, na modalidade Mestrado, Doutorado ou, ainda, Pós-Doutorado.

Cursar Mestrado ou Doutorado no Brasil, na modalidade acadêmica, com aulas em horário dito “comercial”, pode ser inviável para muitos profissionais que não possuem condições de se afastar, ainda que temporariamente, de suas atividades. Cursar Mestrado no exterior, em período de férias, pode ser uma boa opção.

Antes de fazer as malas, entretanto, é preciso pesar os “prós” e os “contras” para quem decide optar por um Mestrado/Doutorado “lá fora”.

Na categoria dos “contras”, poder-se-ia elencar a necessidade de organização a respeito da logística necessária ao acompanhamento das aulas na respectiva temporada: aluguel de moradia, transporte, alimentação, comunicação, dificuldade com a língua. Outro ponto importante, e que pode vir a ser objeto de outro “bate-papo”, é o conhecimento a respeito da legislação brasileira acerca da revalidação dos diplomas, assim como os projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional, no intuito de modernizar, nesse ponto, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

Na (deliciosa) categoria dos “prós” está o contato com outra cultura, com outra língua, novas formas de pensar o Direito, contato com pessoas de outras nacionalidades, além dos colegas brasileiros de diferentes cantinhos do país. A troca de experiências entre os diversos profissionais que atuam nesse âmbito além fronteiras é algo que repercute imensamente em nossas vidas.

Assim, se manifeste, caso tenha se interessado por mais dicas a respeito da adaptação, organização necessária e legislação que envolve o tema. Bons estudos a todos!

 

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Sobre o autor

Adriana Bitencourt Bertollo

Mestranda em Direito das Relações Internacionais, no Uruguai, UDE. Especialista em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho. Especialista em Direito Processual Civil. Especialista em Gestão Pública. Autora de artigos jurídicos. Advogada Pública Municipal com 14 anos de experiência, especialmente em licitações públicas, contratos administrativos, advocacia trabalhista empresarial, execuções fiscais. Exerce advocacia privada na área de direito dos servidores públicos estaduais.


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