Vozes de um tempo em plena pandemia


Por Marco Aurélio Bicalho de Abreu Chagas em 10/11/2020 | Sociologia | Comentários: 0

Tags: tempo, Terceiro Milênio, social, planeta terra, desemprego, trabalho, emprego, pandemia, Covid-19, previdência.

Vozes de um tempo em plena pandemia


Ora, em pleno Terceiro Milenio coisas inusitadas acontecem, causando perplexidade e assombro aos humanos. Doenças como a tuberculose, a febre amarela e recentemente a COVID – 19 perturbam as pessoas, deixando-as inseguras e temerosas.

A chamada globalização introduz o fantasma do desemprego para aquelas pessoas portadoras de uma qualificação profissional, percorreram uma trajetória de trabalho, prestaram serviços à sociedade, foram úteis e agora, circunstancialmente, ficaram desempregadas ou sofreram algum impedimento como doenças e até a própria idade as impede de desenvolver uma atividade mais intensa e se veem obrigadas a parar, ainda, em condições de prestar algum serviço.

São cidadãos dignos que ficam marginalizados e muitos deles vão ao desespero.

Li a matéria sob o título Vozes de um tempo em agonia da ilustre jornalista Eliane Faccion, no jornal ESTADO DE MINAS, e fiquei estarrecido com o descaso dessa cultura vigente que não soube ensinar o homem a se valorizar e a acolher e amparar aqueles que foram úteis à sociedade, em seus dias de glória e juventude.

Onde está a Previdência Social que deveria amparar o ser humano digno em sua maturidade e velhice?

Essa humanidade desvalida clama por um novo humanismo que contemple os valores reais.

Os seres humanos carecem do cultivo da sincera amizade, pelo respeito mútuo ao semelhante.

De que vale o acumulo de riquezas materiais se por dentro o homem é tão pobre e desconhece o próximo deixando-o à mingua?

O cidadão sem nome que teve a sua carta transcrita no artigo citado, estava como muitos, desesperado, sem esperanças de um futuro melhor. Esse, a exemplo de outros heróis anônimos, vivem nesse mundo globalizado, completamente sós.

Até quando, perdurará esse estado caótico! A esperança não deve morrer. A vida nos chama à luta. Lutar é viver. Somente a morte é indiferente a tudo. Portanto não podemos ser indiferentes a essa situação lastimável em que se encontra o indivíduo filho dessa Criação maravilhosa e rica.

Algo deverá cada um de nós fazer, como súditos desta Terra para transformarmos esse vale de lágrimas num vale de venturas e bençãos, em que todos generosamente se ajudem e possamos viver num mundo melhor.

Que essa pandemia que singra o Planeta sirva de alerta para refletirmos sobre um mundo mais digno de nossa espécie, filha da Terra.

É hora do despertar das consciências. Façamos o que for preciso para não lamentarmos profundamente no futuro quando não houver mais condições de superar o que hoje vivemos.


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Sobre o autor

Marco Aurélio Bicalho de Abreu Chagas

Advogado militante no Foro em Geral e nos Tribunais Superiores com mais de 40 anos de experiência. Assessor Jurídico na Associação Comercial e Empresarial de Minas - ACMinas desde 1980. Sócio Fundador do CUNHA PEREIRA & ABREU CHAGAS - Advogados Associados desde 1976. Consultor Home Office. Tributarista. Autor de vários livros na área. tributária. Conferencista. Professor.


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